A hora da Inteligência Verde

Por Silvana Scórsin

Há quem sempre veja o lado positivo nas tragédias, nos maus momentos, e neste, não poderemos deixar de contabilizar muitas prováveis somas positivas para a responsabilidade sócio ambiental das empresas no pós-pandemia que estão surgindo já nesta fase de flexibilizações de restrições sociais.

Na corrida pelas inovações e transformações tecnológicas que viabilizem novas formas de conquistar um público, este agora, demandado pela nova onda do “novo normal”, ou pelos novos hábitos que passam a adquirir involuntariamente, as empresas já colocaram as apostas em alta. 

Largam na frente, as empresas que investirem pesado na mais alta tecnologia, ou na inteligência artificial que vem mostrando resultados mais do que esperados para solucionar questões práticas do novo dia a dia, como: Tapetes sensíveis a temperaturas, ambientes sensíveis a temperaturas corporais, leitores óticos para substituir toque, aplicativos inteligentes de restaurantes (que substituem o cardápio de  papel e o rolinho do pedido e pode inclusive fechar sua conta sem  precisar ir ao caixa, com o pagamento direto no cartão de crédito), aulas e cursos online, reuniões com a mais alta performance em recursos audiovisuais de que já temos conhecimento, e inúmeras outras invenções e inovações que estão surgindo  devido a propagação do vírus COViD-19 no planeta. 

Mais impressionante, porém, tem sido ler e ouvir a respeito, e até já ter utilizado alguma dessas tecnologias. Há uma sensação benéfica para o meio ambiente em pouco tempo. Tem-se a impressão que podemos racionalizar ainda mais muitas ações que incluem papeis, processos longos, e materiais diversos na otimização tempo, espaço e segurança. Mas, as empresas precisam praticar a tecnologia verde, ou seja, a tecnologia que visa minimizar maioria dos efeitos negativos da indústria de equipamentos, como: hardwares, softwares e eletrônicos, os quais para serem produzidos e utilizados, gastam muita energia, e sendo assim, precisam de soluções e implantações inteligentes por meio de virtualizações e outras gestões de processos.

O meio ambiente agradece sim, qualquer que seja a intenção, e que essas invenções, tenham como premissa a sustentabilidade como fim e guia de nossa evolução. Precisamos conscientizar que além de um ambiente seguro e limpo para o ser humano viver a partir daqui, temos a responsabilidade de deixá-lo tão limpo, tanto quanto para outras tantas espécies.  

Antes de buscar a inovação, a tecnologia, a inteligência artificial, conscientize-se de estar contribuindo para todo o meio ambiente. A partir daqui, estamos muito mais perto de uma limpeza global de que nunca estivemos antes. São os “bons novos hábitos” que podem nos fazer mudar a realidade do planeta hoje. 

Sobre Silvana Scorsin

Silvana Scórsin nasceu em 13/07/68, em Ponta Grossa- Paraná. Veio para Brasília em 1984 com um sonho: tornar-se uma grande executiva. Entrou na faculdade de Turismo aos 20 anos em 1992, depois fez pós em Gestão de Controle Empresarial, retornou a Faculdade para forma-se em Administração e partiu para a Argentina atrás do tão sonhado Mestrado de Gestão de Avaliação de Impacto Ambiental. Atuou com Chefe do Serviço de Turismo Receptivo da Secretaria de Turismo do DF, Ministrou Disciplina Teoria Geral de Administração para a Universidade de Desenvolvimento do Centro Oeste – UNIDESC. Atualmente é escritora, autora do Livro "Meios Impressos versus Meios Eletrônicos, um enfoque sobre os impactos ambientais neste setor" palestrante e jornalista do site Radar Digital Brasilia e jornalista responsável pelo Jornal Eletrônico CAPITAL EM FOCO. Coordenou uma equipe para a confecção de cadernos e um hotsite na Cobertura da RIO+ 20, para um grande grupo de Comunicação da Amazônia, onde atuou 31 anos na administração da Sucursal em Brasília, produzindo e apresentando o Programa “Conexão Brasília” com 26 vídeos que foram ao ar no portal do Grupo ORM. Credenciada nos Tribunais Regionais como Perita Ambiental. Site: www.radardigital.com.br Twuitew @sscorsin Instagran: sscorsin
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